terça-feira, 15 de maio de 2012

AUMENTANDO A POTENCIA DE SEU ROTEADOR COM MATERIAL RECICLADO.

Reutilize latinhas de alumínio para elevar a potência do sinal Wi-Fi

Postado em 07/05/2012 às 08h00
A lata de alumínio possui o formato ideal para aumentar seu sinal wifi | Imagem: The Chieve
O CicloVivo separou uma dica de como reutilizar uma lata de refrigerante ou cerveja para aumentar o sinal Wi-Fi de maneira ecologicamente correta.
Uma folha de alumínio é capaz de aumentar o sinal. Porém, é necessário fazer uma curva na folha para direcionar a transmissão, então, nada mais prático do que utilizar uma latinha de alumínio que além de mais resistente já possui o formato adequado.
Para este projeto você vai precisar de uma tesoura, um estilete, massa adesiva reutilizável e uma latinha de alumínio vazia.
O primeiro passo é lavar a lata de alumínio vazia. Após estar limpa e seca, remova o anel.
Corte o fundo da lata com o auxílio de uma tesoura ou estilete. Durante esse procedimento, tome muito cuidado para não se cortar. A seguir, corte a tampa deixando cerca de dois centímetros sem cortar, conforme mostra a figura exposta na galeria ao lado – a tampa não será removida. Agora corte no sentido do comprimento da lata do lado oposto a boca.
Feito isso, coloque massa adesiva na tampa do lado oposto da abertura – se achar necessário, e conecte sua lata ao roteador Wi-Fi. Se não encontrar o adesivo, basta encaixar o buraco da lata na antena e pronto. Este simples impulso é capaz de aumentar a força do sinal de duas a quatro barras.
Tome cuidado para que a antena não fique ao alcance de crianças, que podem se machucar com o corte das latas. As instruções são do The Chive.
Clique aqui para aprender também como fazer uma antena wireless reutilizando materiais.
Redação CicloVivo
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A COMISSÃO DA VERDADE TEM QUE APURAR TUDO O QUE FOR RELATIVO À TORTURA.

Militar da reserva acusado por Dilma de tortura nega crimes

Ele não escondeu que pode mentir no processo que sofre do Ministério Público Federal

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O tenete-coronel reformado, Maurício Lopes Lima, acusado de tortura na ditadura militar, em seu apartamento no Guarujá
Foto: O Globo / Michel Filho
O tenete-coronel reformado, Maurício Lopes Lima, acusado de tortura na ditadura militar, em seu apartamento no GuarujáO Globo / Michel Filho
GUARUJÁ (SP) - De bermuda e chinelos, com uma barriga que extrapola a barra da camiseta branca e puída, o tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima nem de longe lembra o homem da pomposa foto do Exército, o mesmo acusado pela presidente Dilma Rousseff e por dezenas de presos políticos de torturas e abusos durante o regime militar. Aos 76 anos e se dizendo "quase gagá", Lima ficou trancado em seu apartamento, sozinho, esperando que os manifestantes do Levante Popular da Juventude fizessem seu esculacho, na porta do prédio de classe média onde mora no Guarujá, litoral paulista.


Alguns vizinhos desceram dos apartamentos para ouvir os jovens gritando que, "sob a aparência de um senhor aposentado, se esconde um monstro que assassinou camaradas, trabalhadores e estudantes". Relutante, o militar da reserva acabou recebendo a reportagem em seu apartamento. Negou os crimes de tortura e não escondeu que pode mentir no processo que sofre do Ministério Público Federal, que o acusa de cometer crimes contra 20 pessoas, entre eles três assassinatos. Lima conta que esteve com Dilma em três ocasiões e que a então guerrilheira era "durona", mas não pegava em armas.
O GLOBO. O que o sr. acha da manifestação desses jovens?
MAURÍCIO LOPES LIMA: Acho um besteróide. O Partido Comunista do Brasil e o Partido Comunista Brasileiro em tempos passados tentaram revolucionar este país. Agora, pelo menos, eles estão levando a garotada para a bagunça. O PCdoB levou a garotada para a Guerrilha do Araguaia. Eles são os culpados, eles que fizeram a guerrilha. Nós cumprimos um papel de quem reage.
O sr. é processado pelo Ministério Público Federal pela morte de Virgílio Gomes da Silva (o “Jonas”, da Aliança Libertadora Nacional-ALN). Qual a sua defesa?
LIMA: Eu não estava lá. Foi no dia 29 de setembro e eu entrei na Oban (Operação Bandeirantes) em 5 de outubro de 1969.
Ele já estava desaparecido?
LIMA: Ele estava morto mesmo. Eu tive notícias, eu não sabia que era Virgílio, mas sabia que um terrorista tinha morrido ali.
O senhor é acusado de outros cinco desaparecimentos pelo MPF...
LIMA: Outros cinco? Vocês ainda acreditam no Ministério Público Federal? Ele mente.
E há denúncias de tortura (são 20 acusações)...
LIMA: Existe uma coisa que é o livro do Frei Betto, o “Diário de Fernando”. Ele demonstra a força do coletivo: tinha o coletivo da cela, o coletivo da ala. E o que o coletivo assumia passava a ser verdade. Quando chegava a parte do advogado, ele já fazia de comum acordo com o que estava previsto no coletivo. Sobre a morte do Virgílio? Eu não estava lá. Sobre a tortura da filha do Virgílio, eu não estava lá.
O senhor tem uma cópía da ficha da Dilma no Dops, aquela que dizem que é falsa. Ela é falsa?
LIMA: Pode ser. O Dops era uma organização que tinha vida própria. O Dops era uma coisa, a OB (Oban) era uma coisa. Inclusive havia um conflito imenso entre o Dops e a Oban. Motivo: (delegado) Fleury. Porque o Fleury queria fazer certas coisas que nós não concordávamos. Fleury escondia informações. Fleury fazia o que queria.
E disseram que ele ganhava um dinheiro também?
LIMA: O problema de ganhar dinheiro depende da... eu não ganhei nenhum tostão. O delegado eu não sei. Eu posso até ter certeza de que, ele era um homem que frequentava a noite, mas eu não tenho como acusar.
O sr. esteve em algum momento com a presidente Dilma?
LIMA: Eu tive três momentos. O primeiro quando ela foi presa. Nós tínhamos a suposição de que ela era a Dilma e não tínhamos certeza. Chegaram para mim e disseram “Maurício, você tem o dossiê da Dilma?”. E eu: “tenho.”
O que dizia esse dossiê?
LIMA: O nome, o nascimento, o nome do amante (risos), o que ela era na organização etc.
E o que ela era na organização?
LIMA: Ela era amante de um dos dirigentes (ele se refere a Carlos Araújo, o "Max", da VAR-Palmares). Mas ela tinha ação. Ela fazia uma ligação entre a cúpula e as regionais. Disso eu não tenho dúvida.
Ela pegou em armas?
LIMA: Não. Chegou aqui um jornalista, me tentou de todas as maneiras dizer que a Dilma tinha pego em armas. Mas eu digo: como é que eu vou dizer se eu tenho certeza que ela não pegou.
Mas aí ela já estava presa e o sr. precisava identificar se era ela mesmo?
LIMA: Eu cheguei e falei: dona Dilma Vana Rousseff Linhares, a senhora nasceu em tanto, na cidade de tal, seu pai era tal, o seu marido. Quando eu falei no amante dela, ela falou: “É, eu sou a Dilma mesmo, você sabe mais do que eu”. Dois dias depois, ela foi designada para percorrer os locais que ela denunciou. O primeiro que ela denunciou era uma fábrica de bombas que já tinha explodido. E eu: “ih, essa daí...” A segunda foi um pé-de-chinelo que Deus me livre e a terceira foi um terrorista que morava com a mãe em um aparelho.
Ela não entregou ninguém importante (para a organização)?
LIMA: Importante ela não entregou.
O sr. achou que ela era “jogo duro”?
LIMA: Eu já sabia. Ninguém galga uma certa posição numa organização sem ter coragem. Vocês estão vendo a Dilma aí, o que ela faz. O Lula, com todo o endeusamento, nem pensou em fazer e ela está fazendo. Então, calma que ela não é, como eu digo, não é flor que se cheire. Ela é durona. Ela enfrentou o próprio Lamarca e o Lamarca era meio “tantã”, certo? Podia ter dado um tiro nela tranquilamente. E ela enfrentou e conseguiu dinheiro, conseguiu armas quando teve a separação da VAR-Palmares (de Dilma) com a VPR (de Lamarca). As duas organizações se uniram por um pequeno prazo, acho que uns três meses.
E a separação maior foi pelo dinheiro do cofre do Adhemar de Barros?
LIMA: O dinheiro e o armamento. A Dilma exigiu a divisão do dinheiro e do armamento.
Brigar com os líderes do Congresso hoje é “fichinha” para ela?
LIMA: Sim. Eu não tenho nada contra ela. Acho que foi uma boa guerrilheira. Agora, dizer que era boazinha, não, não. Mas não pegou em arma. Isso eu garanto. Eu não encontrei a mais leve. Para mim, seria ótimo dizer que ela era terrorista. Não é. Ela pertencia a uma organização subversiva e acabou. Na auditora, ela declara que não pode aceitar o capitão Maurício Lopes Lima como testemunha porque ele é um dos torturadores da Oban. Ela declarou isso e mais dois ou três declararam a mesma coisa. Por favor, foram depoimentos arrumados. Ela disse várias vezes (em entrevistas posteriores) que eu não a torturei. O direito de qualquer réu é não criar provas contra si. Isso quer dizer: pode mentir que não tem problema.
O sr. está dizendo que Dilma mentiu?
LIMA: Não. Ela exerceu um direito. É diferente de chamar apenas de mentirosa. Como agora no julgamento, se for necessário, eu posso exercer esse direito também. Isso é inerente à Justiça brasileira.
Por que a presidente disse, em entrevista, que o sr. não “batia bem da bola”?
LIMA: Porque eu entrava nos aparelhos, aquele negócio, eu não tinha medo. Se me dessem tiro, eu dava tiro também.
O sr. matou muita gente?
LIMA: Não, não matei ninguém.
Nem em confronto?
LIMA: Em confronto morreram dois comigo, que são justamente dois casos que estou sendo acusado pelo Ministério Público, que foram Antonio dos Três Reis e Alceni (Maria Gomes da Silva). Me disseram que em um aparelho, dentro de um alçapão, poderia ter um terrorista. Abri o alçapão, saiu um terrorista e me deu seis tiros. Eu saltei para trás, rolei e saí da linha de tiro.
O sr. tem as marcas de bala?
LIMA: Nenhuma. Não acertou nenhuma. Um blog comunista disse que era muito engraçado não ter acertado nenhuma. É que o "lá de cima" não é comunista. Se fosse, tinha acertado. Não tenho culpa. Tenho sorte. Virei quase uma lenda de “corpo fechado” por causa dessas porcarias. Ele descarregou a arma, deu uma paradinha de uns três segundos, deu mais um tiro e aí o acertaram.
O sr. estava com colete? Já se usava naquela época?
LIMA: Não se usava nem colete nem mulher. Se precisasse de uma mulher tinha uma peruca. Ficavam lindos, de peruca na campana.
O sr. imagina que vá ser convocado para a Comissão da Verdade?
LIMA: Que verdade? Tem um livro chamado Direito à Memória e à Verdade feito pela Presidência da República. Ali só contém mentira. Ali foram coletadas as declarações à auditora (militar).
E as declarações feitas sob tortura? Não são mentira?
LIMA: A defesa de todos é que tinham sido torturados.
E não foram?
LIMA: Tenho certeza que muitos não foram. Não vou dizer nomes.
A presidente Dilma não foi torturada?
LIMA. Não sei, não sei, não sei.
Não tinha a cadeira do dragão lá, o senhor nunca viu?
LIMA: Vi, opa! Mas a cadeira do dragão tem várias coisas. Ela tem por exemplo o intuito de deixar a pessoa... Uma das defesas da pessoa são os gestos. Estou me defendendo aqui, estou fazendo os gestos. Quando você prende mãos, a pessoa fica sem (defesa).
Ah, coronel, por favor, o senhor acha que era isso que faziam na cadeira do dragão? Amarrar a pessoa?
LIMA: Muitos nem se amarravam. Por exemplo, tinha os cubanos, os que fizeram curso em Cuba. Esses daí não precisava torturar em nada. Com a prisão eles contavam tudo. Motivo: o curso em Cuba colocava tal medo nas pessoas que, quando o "cubano" caía aqui, ele dizia: não precisa fazer nada comigo que eu conto tudo.
Mas existem laudos médicos que mostram que as pessoas foram torturadas.
LIMA: Sim, mas quantos? Em 30 mil, quantos?
O sr. acha admissível a tortura como método de investigação?
LIMA: Eu não, mas tem várias pessoas que aceitam. Existem várias correntes que dizem que a tortura para se conseguir as informações é melhor do que deixar de capturar o terrorista.
Mas mesmo assim o senhor nunca torturou?
LIMA: Não, eu não precisava.
O sr. é acusado também também de ter torturado o Frei Tito.
LIMA: Absolutamente. Fui ver o Frei Tito ele já com os braços cortados e o levei ao Hospital das Clínicas. Ele havia tentado se suicidar.
O sr. se arrependeu de alguma coisa?
LIMA: Não. O que eu quero que você saiba é que eu não acuso ninguém de mentira. Esse combate todo é uma mentira.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/militar-da-reserva-acusado-por-dilma-de-tortura-nega-crimes-4897185#ixzz1uvhwu48L

SAI A LISTA DOS INDICADOS DO PREMIO DA MUSICA

Prêmio da Música Brasileira 2012 divulga lista de indicados

Pernambucano Herbert Lucena é o líder em indicações, concorrendo em quatro categorias

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RIO - O Prêmio da Música Brasileira anunciou hoje a lista de indicados a sua 23ª edição. São 104 nomes, selecionados a partir dos 735 CDs e 93 DVDs inscritos, distribuídos em 16 categorias. O grande homenageado deste ano é o mineiro João Bosco, que está celebrando 40 anos de carreira. A cerimônia será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 13 de junho.
O pernambucano Herbert Lucena recebeu maior número de indicações. Foram quatro pelo disco “Não me peçam jamais que eu dê de graça aquilo que eu tenho pra vender” nas categorias revelação, melhor disco e cantor regional, além o melhor projeto gráfico.
A vice-liderança está dividida entre Criolo, Beth Carvalho, Dori Caymmi, Cauby Peixoto e Dominguinhos com três indicações cada. Rio de Janeiro é o estado com mais indicações: são 35 artistas cariocas, seguido bem por São Paulo, com 32 indicações. Pernambuco vem a seguir, com 14 e na quarta colocação, Rio Grande do Sul.
Confira a lista dos indicados:
CATEGORIA ARRANJADOR
ARRANJADOR
• Dori Caymmi por ‘Urubupeba’ - Antonio Carlos Bigonha
• Gilson Peranzzetta por ‘Iluminado’ - Dominguinhos
• Mario Adnet por ‘+ Jobim Jazz’ – Mario Adnet
CATEGORIA CANÇÃO
· ‘Arrasta a Sandália’, de Dayse do Banjo e Luana Carvalho - intérpretes Beth Carvalho e Zeca Pagodinho (CD ‘Nosso samba tá na rua’)
• ‘Sinhá’, de João Bosco e Chico Buarque - intérprete Chico Buarque (CD ‘Chico’)
• ‘Zoeira’, de Moacyr Luz e Hermínio Bello de Carvalho - intérprete Áurea Martins (CD ‘Depontacabeça’)
CATEGORIA PROJETO VISUAL
• Dalua e Mestre Maurão, disco ‘O samba de roda de Dalua e Mestre Maurão’ – Gringo Cardia
• Herbert Lucena, disco ‘Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender’ - Evandro Borel
• João Parahyba, disco ‘O samba no balanço do jazz’ – Bijari
CATEGORIA REVELAÇÃO
• Criolo
• Filipe Catto
• Herbert Lucena
CATEGORIA CANÇÃO POPULAR
MELHOR ÁLBUM
• ‘Cauby ao vivo – 60 anos de música’, de Cauby Peixoto, produtor Thiago Marques Luiz
• ‘Duas Faces – Jam Session’, de Alcione, produtor Alexandre Menezes
• ‘Eu Voltei’, de Angela Maria, produtor Thiago Marques Luiz
MELHOR DUPLA
• Bruno & Marrone (‘Juras de Amor’)
• Chitãozinho & Xororó (‘Sinfônico 40 anos’)
• Rionegro & Solimões (‘Virou Festa’)
MELHOR GRUPO
• Banda Calypso (‘Meu Encanto Vol.16’)
• Banda Signus (‘Em Busca de Você’)
MELHOR CANTOR
• Agnaldo Timóteo (‘A Força da Mulher’)
• Cauby Peixoto (‘Cauby ao vivo – 60 anos de música’)
• Fábio Jr. (‘Íntimo‘)
MELHOR CANTORA
• Alcione (‘Duas Faces – Jam Session’)
• Angela Maria (‘Eu Voltei’)
• Célia (‘Outros Românticos’)
CATEGORIA INSTRUMENTAL
MELHOR ÁLBUM
• ‘Iluminado’, de Dominguinhos, produtor Zé Américo Bastos
• ‘Mafuá’, de Yamandu Costa, produtor Peter Finger
• ‘The art of samba jazz’, de Dom Salvador Sextet produtor Dom Salvador
MELHOR SOLISTA
• Dominguinhos (‘Iluminado’)
• Hamilton de Holanda (‘Brasilianos 3’)
• Yamandu Costa (‘Mafuá’)
MELHOR GRUPO
• Dom Salvador Sextet (‘The art of samba jazz’)
• Quinteto Villa-Lobos (‘Ernesto Nazareth’)
• Zimbo Trio (‘Autoral’)
CATEGORIA MPB
MELHOR ÁLBUM
• ‘Chico’, de Chico Buarque, produtor Luiz Claudio Ramos
• ‘É luxo só’, de Rosa Passos, produtores Renata Borges e Luiz Felipe Caetano
• ‘Poesia musicada’, de Dori Caymmi, produtor Dori Caymmi
MELHOR GRUPO
• 5 a seco (‘Ao vivo no Auditório Ibirapuera’)
• Passo Torto (‘Passo Torto’)
• Quarteto Primo (‘Dorival’)
MELHOR CANTOR
• Cauby Peixoto (‘A voz do violão’)
• Dori Caymmi (‘Poesia musicada)
• Filipe Catto (‘Fôlego’)
MELHOR CANTORA
• Áurea Martins (‘Depontacabeça’)
• Mônica Salmaso (‘Alma Lírica Brasileira’)
• Rosa Passos (É luxo só ‘)
CATEGORIA POP/ROCK/REGGAE/ HIPHOP/FUNK
MELHOR ÁLBUM
• ‘Nó na orelha’, de Criolo, produtores Marcelo Cabral e Daniel Ganjaman
• ‘Tempo de menino’, de Pedro Luis, produtores Rodrigo Campello e Jr. Tostoi
• ‘Todo dia é o fim do mundo’, de Lula Queiroga, produtores Lula Queiroga e Yuri Queiroga
MELHOR GRUPO
• Agridoce (‘Agridoce’)
• Graveola e o lixo polifônico (‘Eu preciso de um liquidificador’)
• Mundo Livre s/a (‘Novas lendas da etnia Toshi Babaa’)
MELHOR CANTOR
• Caetano Veloso (‘Zii e Zie ao vivo’)
• Criolo (‘Nó na orelha’)
• Seu Jorge (‘Músicas para churrasco Vol.1’)
MELHOR CANTORA
• Gal Costa (‘Recanto’)
• Marisa Monte (‘O que você quer saber de verdade‘)
• Zélia Duncan (‘Pelo sabor do gesto – Em cena’)
CATEGORIA REGIONAL
MELHOR ÁLBUM
• ‘Na eira’, de Ponto Br, produtor André Magalhães
• ‘Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender’, de Herbert Lucena, produtores Herbert Lucena e Alexandre Rasec
• ‘Samba de latada ao vivo’, de Josildo Sá & Paulo Moura, produtores Wagner Santos e Josildo Sá
MELHOR DUPLA
• César Oliveira & Rogério Melo (‘Rio Grandenses (Volume I – Histórico e Volume II - Convidados’)
• Kleuton e Karen (‘Genuinamente Caipira’)
• Luiz Augusto & Amauri Garcia (‘Meu interior’)
MELHOR GRUPO
• Pé de Mulambo (‘Segura essa munganga aí, menino!)
• Ponto Br (‘Na eira’)
• Quinteto Violado (’40 anos’)
MELHOR CANTOR
• Chico Teixeira (‘Mais que o viajante’)
• Herbert Lucena (‘Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender’)
• Silvério Pessoa (‘Collectiu – Encontros Occitans’)
MELHOR CANTORA
• Kátya Teixeira (‘Feito de corda e cantiga’)
• Roberta Nistra (‘Roberta Nistra’)
• Socorro Lira (‘Lua bonita – Zé do Norte 100 anos’)
CATEGORIA SAMBA
MELHOR ÁLBUM
• ‘Em boas e mais companhias’, de Ivor Lancelotti, produtor Família Lancelotti
• ‘Fabiana Cozza’, de Fabiana Cozza, produtor Paulão 7 cordas
• ‘Nosso samba tá na rua’, de Beth Carvalho, produtor Rildo Hora
MELHOR GRUPO
• Casuarina (‘Trilhos – terra firme’)
• Fundo de quintal (‘Nossa verdade‘)
• Sururu na roda (‘Se você me ouvisse – 100 anos de Nelson Cavaquinho’)
MELHOR CANTOR
• Arlindo Cruz (‘Batuques e romances’)
• Douglas Germano (‘Orí’)
• Leandro Lehart (‘Ensaio de escola de samba’)
MELHOR CANTORA
• Aline Calixto (‘Flor morena’)
• Beth Carvalho (‘Nosso samba tá na rua’)
• Fabiana Cozza (‘Fabiana Cozza’)
FINALISTAS - ESPECIAIS
DVD
• Caetano e Maria Gadú / ‘Multishow ao vivo’, diretores Gualter Pupo e Fernando Young
• Chitãozinho & Xororó / ‘Sinfônico 40 anos’, diretor Cassio Amarante
• Djavan / ‘Ária ao vivo’, diretores Gabriela Gastal e Gabriela Figueiredo
ÁLBUM LINGUA ESTRANGEIRA
• ‘Goodnight Kiss’ / Delicatessen, produtores Beto Callage e Carlos Badia
• ‘Pure gold’ / Boss in drama, produtor Péricles Martins
• ‘Short stories’ / Babi Mendes, produtor Flávio Medeiros
ÁLBUM ERUDITO
• ‘Dvorak-Bruch / Osesp – Antonio Carlos Menezes, Cláudio Cruz e John Neschling
• ‘Liszt: Harmonies Du Soir‘ / Nelson Freire
• Tchaikovsky – Sinfonia N° 5 – A Tempestade / Osesp – Fabio Mechetti e John Neschling
ÁLBUM INFANTIL
• ‘Crianceiras’ / Márcio de Camilo, produtor Márcio de Camilo
• ‘Embolada’/ Rita Rameh e Luiz Waack, produtores Luiz Waack e Rita Rameh
• ‘Par ou ímpar’/ Kleiton & Kledir, produtores Kleiton & Kledir
ÁLBUM PROJETO ESPECIAL
• ‘Liebe Paradiso’ / Celson Fonseca e Ronaldo Bastos, produtor Duda Mello
• ‘O samba carioca de Wilson Baptista’ / Vários artistas, produtor Rodrigo Alzuguir
• ‘Panorama do choro paulistano contemporâneo’ / Vários artistas, produtor Sérgio Mendonça
ÁLBUM ELETRÔNICO
• ‘Incoming jazz’ / Projeto CCOMA, produtor projeto CCOMA
• ‘Lá onde eu moro’ / João Hermeto, produtor João Hermeto
• ‘New perspective’ / Gustavo FK, produtor Gustavo FK


SALVE A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.

FICHA LIMPA VAI BARRAR ATÉ CARGOS COMISSIONADOS.

Ficha Limpa vai valer para Executivo federal

Presidente Dilma Rousseff se antecipa a iniciativas do Congresso

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BRASÍLIA - O governo decidiu não esperar o Congresso Nacional legislar sobre o assunto, e a presidente Dilma Rousseff vai baixar decreto estendendo os efeitos da Lei da Ficha Limpa para os cargos no Executivo federal. A iniciativa foi da Controladoria Geral da União (CGU), que submeteu a proposta de decreto ao Palácio do Planalto. O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, confirmou nesta segunda-feira que o assunto está sendo discutido com a Casa Civil, o Ministério da Justiça e a Advocacia Geral da União (AGU). A ideia de que seja um decreto partiu do próprio Hage. Ele considera que apenas uma norma interna permite a aplicação dos critérios da Lei da Ficha Limpa no Executivo federal.
O governo quer impedir e evitar que políticos com ficha suja, barrados pela Justiça Eleitoral para disputar cargos eletivos por conta de condenações em segunda instância, também ocupem cargos de confiança nos escalões da administração pública.
— Considero essa medida da maior importância, muito embora a presidente Dilma já esteja praticando isso, evitando essas nomeações. É importante porque nem todas as nomeações cabem à presidente diretamente. É uma sinalização para todos os setores do governo. Para aqueles escalões inferiores onde não é ela quem nomeia — disse Hage, acrescentando: — O decreto é uma diretriz da presidenta para cada ministro, para cada secretário-executivo.
Hage explicou que a opção por um decreto é a mais simples e que a iniciativa não se choca com as propostas que tramitam no Congresso:
— Este decreto é uma autolimitação do próprio Poder Executivo. Não prejudica em nada as iniciativas na Câmara e no Senado, que são mais amplas.



ESTE DECRETO DEVE SE ESTENDER ATÉ OS MUNICIPIOS BRASILEIROS.

PREMIAÇÃO DO CARIOCA

Deco domina premiação do Carioca, mas é desfalque no Flu

Abel Braga revela que meia está fora das duas partidas contra o Boca

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Deco segura o troféu de campeão do Carioca 2012
Foto: Alexandre Cassiano / O Globo
Deco segura o troféu de campeão do Carioca 2012Alexandre Cassiano / O Globo
RIO — Em festa promovida na noite desta segunda-feira, a Ferj elegeu os onze melhores jogadores do Campeonato Carioca 2012. O time de melhores da competição ficou com Diego Cavalieri, Fágner, Dedé, Thiago Medeiros e Carlinhos, Rômulo, Kléberson, Deco e Felipe; Vágner Love e Alecsandro. Além disso, o Flumienense recebeu oficialmente o troféu de campeão Carioca.
O melhor técnico do campeonato foi considerado Abel Braga, que, descumprindo ordens do diretor executivo do clube, Rodrigo Caetano, revelou os exames de imagem feitos por Deco. O meia, que saiu com dores na coxa direita ainda no primeiro tempo no segundo jogo da final, contra o Botafogo, ficará pelo menos três semanas fora e é descartado para as duas partidas contra o Boca Juniors, pelas quartas de final da Libertadores. De acordo com Abel, o meia só volta a atuar se o Fluminense passar para as semifinais da competição.
— Sabemos que é um missão muito difícil, complicada. Foi assim lá na Bombonera, foi assim no Engenhão. Mas uma coisa a gente tem certeza: hoje o Fluminense vai para a Bombonera e se faz respeitar. Eles sabem que não estão enfrentando uma equipe qualquer — afirmou Abel Braga.
O gol de Deco na final da Taça Guanabara contra o Vasco foi eleito o mais bonito do Estadual. O meia foi o jogador mais premiado da noite. Além do título de campeão estadual, que recebeu com os demais companheiros, ele levou ainda o prêmio de melhor meia 1, desbancando Fellype Gabriel, do Botafogo, e Juninho Pernambucano, do Vasco, e o principal troféu individual da noite, de craque da competição.
Juiz devolve bola
No momento mais curioso da premiação, logo após receber o prêmio de melhor juiz do campeonato, o árbitro Marcelo de Lima Henrique devolveu a bola da partida final para o atacante Rafael Moura, que marcou o gol da vitória do Fluminense sobre o Botafogo por 1 a 0. O jogador chegou a discutir com o árbitro ao final do jogo, mas não conseguiu levar a bola para casa.
— Já fiz cerca de quinze finais pelo Brasil, sete no Rio, e pela primeira vez vi um atleta querer a bola do jogo. Talvez seja nosso jeito militarizado de dizer que a bola é minha (dos árbitros). Mas o Rafael Moura pediu a bola e me comoveu. Ele merece a bola — afirmou o juiz, que entregou a bola para Peter Siemsen, presidende do Fluminense, que representou o jogador, ausente na cerimônia.
Confira os eleitos na premiaçãoMelhor goleiro:
1º lugar: Diego Cavalieri
2º lugar: Jefferson
3º lugar: Willian Alves
Melhor lateral-direito:
1º lugar: Fágner
2º lugar: Léo Moura
3º lugar: Wellington
Melhor zagueiro central:
1º lugar: Dedé
2º lugar: Antônio Carlos
3º lugar: Marcelinho
Melhor quarto zagueiro:
1º lugar: Thiago Medeiros
2º lugar: Fábio Ferreira
3º lugar: Diego Guerra
Melhor lateral-esquerdo:
1º lugar: Carlinhos
2º lugar: Thiago Feltri
3º lugar: Márcio Azevedo
Melhor primeiro volante:
1º lugar: Rômulo
2º lugar: Valencia
3º lugar: Marcelo Mattos
Melhor segundo volante:
1º lugar: Kléberson
2º lugar: Renato
3º lugar: Diguinho
Melhor meia 1:
1º lugar: Deco
2º lugar: Juninho
3º lugar: Fellype Gabriel
Melhor meia 2:
1º lugar: Felipe
2º lugar: Thiago Neves
3º lugar: Almir
Melhor atacante 1:
1º lugar: Vagner Love
2º lugar: Wellington Nem
3º lugar: Elias
Melhor atacante 2:
1º lugar: Alecsandro
2º lugar: Loco Abreu
3º lugar: Somália
Melhor técnico:
1º lugar: Abel Braga
2º lugar: Oswaldo de Oliveira
3º lugar: Cleimar Rocha
Gol mais bonito:
Deco contra o Vasco na final da Taça Guanabara
Revelação do Carioca:
Wellington
Artilheiros do Carioca:
Alecsandro e Somália, com 12 gols
Craque da galera:
Dedé
Craque do campeonato:
Deco
Comemoração mais criativa:
Fluminense homenageando Chico Anysio
Visual mais criativo:
Fábio Ferreira
Torcedor mais fanático:
Hugo, torcedor do Vasco
Time mais disciplinado:
Botafogo
Time mais disciplinado:
Botafogo
Árbitro revelação:
Grazianni Maciel Rocha
Melhor assistente:
1º lugar: Wagner Almeida Santos
2º lugar: Luís Antônio de Oliveira
3º lugar: Rodrigo Henrique figueiredo
Melhor árbitro:
1º lugar: Marcelo de Lima Henrique
2º lugar: Luiz Antônio Silva Santos
3º lugar: Wagner Nascimento Magalhães


PODERIA TER SIDO UM CAMPEONATO MAIS RENTÁVEL.